Pular para o conteúdo principal

A gente ri para não chorar

Olá pessoas, como vão vocês?
Eu vou bem, obrigada.
Ou pelo menos acho que estou bem.
Provavelmente essa será uma postagem breve... Ou não, não sei (risos?)
Mas vamos continuar: de qualquer maneira, eu ando bem desanimada. Esse desânimo anda comigo já tem algum tempo, mas estava escondido até, creio eu. Mas ultimamente, as coisas andam um pouco piores, talvez.
Como não consegui um emprego ainda, não tenho a "obrigação" de acordar cedo (e nem de dormir cedo, apesar da minha mãe querer que eu faça isso), só que é complicado isso, pois por mais que eu não acorde tarde, eu não sinto vontade de sair da cama. Não é preguiça, é falta de vontade de fazer algo mesmo.
Até a faculdade que eu tô amando já está me cansando, já tô desanimada. Tem gente que acha que é por causa do término, mas não sei se seria apenas por isso (pode ser também né).
De qualquer maneira, as vezes eu perco a força e esqueço de reagir. Mas em algum momento eu sei que terei que fazer o que estou evitando e vou a luta né, fazer o que.
Esses dias na faculdade eu tava pensando (e escrevendo) que eu tenho uma certa dificuldade de expressar meu sentimentos de uma forma mais profunda, as vezes. Dependendo do que é, acabo recorrendo aos clichês para poder explicar o que estou sentindo. E obviamente, como são clichês, eles não expressam tudo aquilo que tá dentro de mim. Também cheguei a outra conclusão: aquilo que é tóxico, as coisas ruins muitas vezes são mais fáceis de serem ditas, do que aquelas coisas "boas", que estão mais perdidas dentro da gente. O que é tóxico, nós vomitamos e já era. Vomitamos tudo aquilo de ruim, deixa o gostinho ruim na boca até beber um copo de água e acalmar o que tá lá dentro. Sinto que essa minha dificuldade de ser profunda pode ser por medo. De dizer a coisa errada, talvez. De certo modo sei o que sinto, mas não sei por pra fora. Admiro muito quem consegue por tudo as claras, sem deixar as coisas escondidas lá no fundo.
Sempre digo que é bom dizer as coisas, não deixar nada que sufoque. Mas o engraçado é que as vezes esqueço do meu próprio conselho, ou pior: me sufoco com coisas não ditas.
Acredito eu que a sinceridade resolve muita coisa.
Mas acho que não sei mais o que falar, estou testemunhando essa falta de expressar a profundidade que possuo. Na verdade, não sei nem se essa frase fez algum sentido.
De qualquer maneira, eu precisava falar disso. Foi de uma maneira rasa, mas é melhor isso do que nada. Serve de treino para o futuro.
E é isso.

Comentários

  1. Você precisa ter uma aulas com a sua irmã Eliane. Ela fala o que acha que deve falar. Por isso é cheia de vida. Está sempre de bem com a vida! Quando a gente não coloca pra fora o que está sentindo (ou pensando) acaba ficando uma pessoa amargurada.

    ResponderExcluir
  2. Realmente, é uma coisa que estou aprendendo...

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Gostou? Não gostou? Fale aqui !

Postagens mais visitadas deste blog

Oi, lembrei que o blog existe :)

Olá pessoas, como vão vocês? Eu vou bem, obrigada. Consegui aparecer antes de completar dois anos que não posto aqui (risos). E aí vocês devem estar se perguntando (ou não né): como tá a minha vida? Pois bem, quando eu fiz a última vez lá em 2023 eu tinha tido um burnout, né? E fiquei só trabalhando como professora de inglês no estado. Aí 2024 eu não consegui pegar aula no estado, voltei para a particular (e voltei frustada pois não consegui aula como professora, tive que ser assistente novamente). Quase tive um segundo burnout. Quase desisti da educação. E aí tive uma benção de Deus na minha vida: FUI CHAMADA NO CONCURSO PÚBLICO QUE FIZ EM 2022.  Quase dois anos esperando e FINALMENTE me tornei servidora pública! (Ok que estou no probatório ainda, mas tudo bem!) E tive uma das novidades mais legais da minha vida profissional: agora trabalho com educação de jovens e adultos como professora adjunta (substituta). E sinceramente? Tá sendo muito legal. Voltei a ir para a igreja (tô fal...

Causos dos meus 20 e poucos anos: entre sobreviver e querer viver.

 Olá pessoas, como vão vocês? Eu vou bem, obrigada. Sobreviver¹ so·bre·vi·ver [...] 3 Enfrentar e resistir a qualquer tipo de dificuldade. 4 Manter-se ao longo do tempo e/ou do espaço; subsistir. Viver² vi·ver [...] 3 Ter uma vida cheia de prazer e alegria; gozar a vida. [...] 7 Ter convivência com; partilhar da companhia de. 8 Proceder de um modo particular. [...] 12 Passar por determinada experiência; vivenciar. 13 Ir além do momento presente; perdurar, permanecer. 14 Levar uma determinada vida. 15 O ato de viver; a vida. Vocês devem estar se perguntando: "Andressa, por que você trouxe o verbete dessas duas palavras?" Bom, eu acho importante para poder entender sobre o que eu quero falar. Tem gente que entende essas duas palavras como sinônimos, mas eu não vejo dessa maneira. Considerando o momento atual que estamos vivendo aqui em 2021, com a pandemia, o caos político do Brasil (sil sil) e tudo o que essas coisas nos trazem de consequência, eu entendo que a grande parte da...

Vim aqui contar como foi o TUDUM 2023 (que eu amei)

 Olá pessoas, como vão vocês? Eu vou bem, obrigada. Faz tempo que eu não apareço, né? Resolvi voltar e vim contar sobre o TUDUM 2023! E o que raios é esse tal de TUDUM?  É uma convenção criada pela Netflix, que acontece aqui no Brasil! A primeira edição aconteceu em Janeiro de 2020. Por conta da pandemia, as outras edições foram online e esse ano voltou a ser presencialmente. Aconteceu nos dias 16, 17 e 18 de Junho, lá no Pavilhão da Bienal no Parque Ibirapuera, em SP capital.  O evento é gratuito e os ingressos foram liberados online. Conseguir um ingresso é como estar em um Jogos Vorazes digital: que a sorte esteja a seu favor. Uma amiga minha (beijo, Mari!) me avisou sobre e perguntou se eu tinha interesse em ir. Como pobre adora um evento gratuito, eu disse que sim e ela me avisou que ia tentar o ingresso junto com a Ana (um beijo, Ana!), que foi a sortuda que conseguiu os ingressos do dia 18 para a gente. Durante os três dias estava acontecendo as ativações, ou seje ...